sexta-feira, 7 de junho de 2013

Garoto Indiferente

Ele parecia não estar ali,viajar no tempo. Na verdade ele parecia estar longe,além de nós dois... Ele tinha um olhar fundo,mas ao mesmo tempo superficial,era uma pessoa estranha aos meus olhos pois nunca tivera sido assim antes...Sempre tivera sido calmo e doce Mas agora...Agora ele era frio,indiferente... Ele era egoísta,ignorante.Agora tanto fazia para ele,chorar ou sorrir.. .Ele já não era mais o mesmo,nunca mais houvera dado um sorriso,e seus olhos agora viajavam num mundo obscuro,profundo e amedrontador... Ele agora era a pura sombra do medo real.Da desilusão total! Autoria:Estela Silva da Cruz

sábado, 1 de junho de 2013

Apenas uma noite(4° episódio)

Eu disse que não me importava,e que só que que ele ficasse bem,mas Jay não queria me morder.Já eu estava louca pra viver a eternidade com ele....Mas ele não quis,disse que se fosse pra me machucar,preferia não se alimentar.Eu resolvi sair,para caçar a final das contas meu pai era caçador,eu sabia alguns truques,só nunca tinha posto nada em prática,mas estava na hora de usar isso a favor de alguém,mesmo que esse alguém não fosse eu. Eu não tinha nada,arma nenhuma apenas eu.Deixei Jay na caverna e fui saindo,sumi no meio da noite escura da mata,os animais daquele lugar eram pequenos o maior animal era o veado. Eu vi um na mata e montei uma armadilha,o bicho caiu num buraco perto de onde eu estava,e eu só tinha uma estaca de madeira na mão,foi o que eu usei para matá-lo. Depois corri até a caverna de Jay,para chamá-lo: -Jay,consegui um animal pra você vamos. Ele estava fraco e se apoiou em mim,quando chegamos onde o animal estava Jay juntou as forças que ainda tinha e pulou no buraco.Já alimentado,voltamos a caverna,ele disse que eu tinha que voltar pra casa e realmente estava tarde mesmo,já era pouco mais de 23:00: -Lincy,você tem que ir pra casa,seus pais devem estar preocupados. Eu me toquei de que já era tarde: -É verdade,tenho que ir tchau...Antes que eu terminasse de falar Jay disse: -Eu te levo pra fora da floresta,é perigoso ir sozinha,existem mais da minha espécie,e não são todos que são bons.Vamos... Então saímos da floresta,Jáy ficou me observando até um certo ponto,até que me virei e não vi mais ele. Cheguei em casa era menos de 24:00 ainda. Meus pais estavam esperando na sala.Até que meu pai fez uma pergunta que eu não soube responder: -Filha ,onde o Jay mora? Eu engoli seco e fiz cara de quem não entendeu a pergunta: -Ham??Sei não pai,sei que mora perto da vendinha,demorei porque ainda ficamos conversando em frente a ela. Meu pai parecia ter acreditado: -Vá se ajeitar pra dormir.Já é tarde. Subi para o meu quarto e me troquei pra dormir,mas a única coisa que eu tinha certeza de que não ia conseguir fazer naquela noite,era dormir... Mas ainda consegui. No outro dia bem cedinho coloquei o celular pra carregar,levantei,me troquei,tomei café,e fui esperar Ryan,Dany,Marya,Bryan e Nath no ponto de ônibus para irmos a escola. Continua...

terça-feira, 28 de maio de 2013

Talvez a gente mude daqui pra frente,mude totalmente. Talvez as coisas se compliquem um pouquinho,só um pouquinho. Talvez,tudo seja só questão de um prestar mais atenção no outro, De um ser mais ''amigo'' do outro. Talvez nós sentiremos medo de esquecer um do outro... Talvez esquecermos um do outro não seja a melhor saída pra isso, Talvez NADA,seja o que queremos, Mas talvez,seja o que precisamos para enxergar de verdade... Talvez um dia,nós olhemos para trás e digamos: ''É foi melhor assim!'' Autoria:Estela Silva da Cruz

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Eu e ele (Ep.3)

Minha mãe chegou na sala,com um prato de biscoitos,e suco oferecendo a Jay: -Vocês devem estar com fome não é?Os biscoitos acabaram de sair do forno,e o suco fiz agora. Eu a interrompi: -O nome dele é Jay,um amigo bem especial por sinal.Posso mostrar a casa a ele mãe? Ela sorriu,fazia tempo que não me via tão bem,algumas coisas haviam acontecido na minha vida,e me deixado estranha com os meus pais.Logo depois ela respondeu: -Claro que pode meu bem! Pedi licença aos meus pais,e puxei Jay pelo braço: -Vamos,quero mostrar um lugar especial a você.Ele quase tropeçou em si próprio,eu ri. Então fomos andando até a varanda na frente do meu quarto.Um lugar que eu particularmente,adorava: -É aqui que eu fico a maior parte do tempo.Quando olhei para ele,seus olhos brilhavam vermelho fogo.Ele me empurrou: -Por favor,fique longe,eu não estou muito bem. Mas eu já não tinha medo dele e voltei para bem perto: -Eu não tenho medo de você,sei que não é capaz de me machucar,menos ainda dentro de um lugar como esse,é minha casa,eu não vou sair de perto de você,você não vai me machucar,minhas mãos tocaram seu rosto,ele estava gelado,eu cheguei mais perto,e o abracei. Ele retribuiu. -Desculpe-me por te empurrar,só não quis te machucar.Eu olhei bem no fundo dos olhos dele: -Tudo bem,eu vou te ajudar a superar isso. Puxei ele pela mão,sentei-me e pedi a ele que sentasse ao meu lado. -Nós vamos vencer isso juntos,você vai conseguir.Ele estava com medo,eu podia sentir isso,então disse: -Não tenha medo...Eu vou te ajudar. De repente minha mãe nos chamou: -Ei,não vão comer? Eu gritei de lá da varanda: -Já estamos descendo mãe!! Ele levantou,descemos a escada juntos,ele parecia um pouco zonzo,então abracei a ele,quando chegamos lá embaixo,minha mãe disse: -Vamos meninos,o jantar está pronto. Eu dei a desculpa de que Jay,não ia comer porque nós tínhamos acabado de sair da pizzaria,minha mãe ficou em dúvida,mas depois ficou de boa com isso. Já eu,ela fez comer mesmo com essa desculpa. Jay olhava o pescoço dos meus pais como quem queria devorá-los,mas estava se segurando. Algumas horas depois ,eu dei a desculpa de que ia na vendinha perto da casa de Jay,mas na verdade,fui levá-lo em casa,só para garantir que ele não fizesse nada de ruim a si mesmo e aos outros. Quando chegamos na caverna,ele estava faminto,e havia algumas bolsas de sangue,que eu tinha certeza que não matariam sua sede,então ofereci meu pulso,mas ele se recusou,tinha medo de não conseguir parar... Continua no próximo episódio...

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A pouco tempo atrás

A pouco tempo atrás A muito pouco tempo, éramos amigos, éramos só nós dois, A pouco tempo, seu abraço era meu conforto, seu olhar,meu porto seguro, A pouco tempo atrás,eu gritaria ao mundo que te amo, Mas agora não posso, tenho medo,de acabar errando outra vez, A pouco tempo atrás, nós andávamos juntos para todos os cantos, Hoje cada um está no seu canto, A gente ficava horas conversando, hoje nem um ''OI'' dizemos um pro outro, A pouco tempo atrás, Éramos um só, hoje cada um no seu canto, Não olhamos um pro outro, E fico mal, De saber,que a culpa de tudo isso é minha, a se eu não tivesse, Entregado aquela carta, Aquela maldita carta... Autoria:Estela Silva da Cruz

sábado, 11 de agosto de 2012

SAUDADE DE ALGUÉM QUE AMO

Sinto saudade,saudade de quem eu amo, Saudade da nossa velha história, Saudade das companhias..... Das horas boas e ruins que passamos juntos, Saudade das suas manias, Do seu olhar ,perdido em meio ao meu... SINTO SAUDADE DE VOCÊ !!!!!!!

Eles esqueceram...

Eles esqueceram que,um dia eu não serei o motivo da risada,e sim o dono... Eles esqueceram que,um dia os derrubados,serão eles e não eu... Eles esqueceram que,só estou por baixo agora,mais amanhã,estarei lá em cima,e eles vão estar por baixo... Eles esqueceram,que um dia eles vão olhar pra trás e dizer:’’o que foi que eu fiz?’’